Se um dos olhos do seu filho ou da sua filha parece mais “caidinho” ou mais fechado que o outro, o nome técnico dessa condição é ptose palpebral. Ela pode estar presente desde o nascimento (ptose congênita) e, dependendo da gravidade, chegar a atrapalhar o desenvolvimento da visão da criança.
A Dra. Júlia Rossetto é especialista em Cirurgia Plástica Ocular e Palpebral e em Oftalmopediatria, e preparou uma trilha de vídeos que acompanha cada etapa do tratamento cirúrgico da ptose infantil — da avaliação inicial à recuperação. Confira a seguir.
A consulta de avaliação da ptose reúne informações importantes tanto no adulto quanto na criança. A Dra. Júlia começa a consulta com uma conversa para entender como a condição surgiu, como ela afeta a criança e os familiares, para saber se já foram feitos outros tratamentos e tirar todas as dúvidas. Depois a Dra. Júlia faz um exame minucioso, adequado para cada faixa etária, mas sempre com exame completo para identificar se existem outras alterações além da ptose. A partir do exame, ela consegue definir qual a técnica mais indicada para cada caso.
Neste vídeo, a Dra. Júlia mostra os passos principais desse exame, que ajuda a definir o grau da ptose e a melhor conduta.
O que acontece depois que a cirurgia de correção de ptose é indicada para a criança?
Este vídeo mostra o passo a passo do que acontece a seguir, da indicação até o dia do procedimento.
Um guia prático e acolhedor para ajudar a família a se preparar para a cirurgia da criança, com orientações sobre como conversar sobre o procedimento e os cuidados nos dias anteriores.
Anestesia, retorno para casa no mesmo dia, curativo nos olhos: este vídeo detalha a rotina completa do dia da cirurgia infantil.
O que a criança pode sentir após a cirurgia, quando pode voltar à escola e às atividades e a quais sinais os pais devem ficar atentos: tudo isso neste vídeo de recuperação.
A ptose é a queda da pálpebra causada por uma alteração no músculo responsável por levantá-la e sua correção reposiciona esse músculo. Já a blefaroplastia remove excesso de pele e/ou gordura da pálpebra.
Não necessariamente: depende do grau da queda e do impacto que ela tem sobre o eixo visual e o desenvolvimento da visão da criança. Casos leves podem apenas ser acompanhados ou operados mais tardiamente, enquanto casos que comprometem a visão costumam ter indicação cirúrgica mais precoce.
O período de repouso varia conforme a extensão da cirurgia e a resposta individual da criança e costuma ser orientado com detalhes na consulta de retorno, junto com o cronograma de volta às atividades escolares.
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Dra. Júlia Rossetto (CRM/RJ 52-0107322-2) é Doutora em Oftalmologia e Ciências Visuais pela UNIFESP, especialista em Estrabismo, Oftalmopediatria e Cirurgia Plástica Ocular e Palpebral, Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (2023–2025) e realizou fellowship em Estrabismo e Oftalmopediatria no Bascom Palmer Eye Institute (EUA). Atende na Clínica de Olhos Roisman, em Ipanema, Rio de Janeiro.
Rua Visconde de Pirajá, 156 – 8º Andar, Ipanema, Rio de Janeiro
(21) 99931-1949 (WhatsApp / teleconsulta)
www.clinicaroisman.com.br
@julia.rossetto_oftalmo
Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui uma consulta médica. Cada caso é único e deve ser avaliado pessoalmente pela Dra. Júlia Rossetto, que indicará a conduta mais adequada após exame oftalmológico completo.

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