Muita gente acredita que estrabismo é uma condição exclusiva da infância, mas o desalinhamento dos olhos também pode aparecer — ou persistir — na vida adulta. Ele pode ter ficado de uma infância sem tratamento, surgir depois de uma cirurgia anterior, ou estar relacionado à perda de visão em um dos olhos ao longo do tempo.
A avaliação para cirurgia de estrabismo em adultos é feita com o mesmo cuidado técnico da avaliação infantil, mas com particularidades próprias da rotina adulta: retorno ao trabalho, viagens e prática esportiva. A Dra. Júlia Rossetto preparou uma série de vídeos que acompanha cada etapa desse tratamento, da consulta inicial às dúvidas mais comuns do consultório. Veja a trilha completa abaixo.
A avaliação vale para qualquer tipo de estrabismo e qualquer idade — inclusive para quem enxerga por apenas um dos olhos e nota que o outro se desvia. Na consulta, a Dra. Júlia conversa com cada paciente para entender o surgimento do desvio, o impacto que ele tem na vida do paciente e faz um exame minucioso após o qual é capaz de dizer qual o melhor tratamento para cada pessoa.
Neste vídeo, a Dra. Júlia explica como é feito o exame que determina se a cirurgia é o melhor caminho.
Uma vez indicada a cirurgia, este vídeo mostra o que acontece na sequência: os exames complementares, o planejamento cirúrgico e as conversas que antecedem o procedimento.
Jejum, medicações, exames pré-operatórios, orientações sobre anestesia: este vídeo reúne o guia prático de preparo para quem vai operar o estrabismo na vida adulta.
Você fica acordado ou dorme durante o procedimento? Volta para casa no mesmo dia? Este vídeo detalha, na prática, a rotina do dia da cirurgia.
Quanto tempo de afastamento do trabalho é necessário? Quando é possível retomar atividades físicas? Este vídeo traz o guia completo sobre o período de recuperação.
Neste último vídeo da trilha, a Dra. Júlia responde às perguntas que mais escuta no consultório: o olho é removido durante a cirurgia? É possível voltar a ter estrabismo depois de já ter sido operado na infância? O que é a sutura ajustável? Viajar de avião logo depois é seguro? Um verdadeiro apanhado de dúvidas reais de pacientes.
Sim, a cirurgia pode ser indicada em qualquer idade e não apenas para alinhar os olhos esteticamente: em muitos casos ela também ajuda a aliviar desconfortos como visão dupla ou fadiga visual. A avaliação individual é o que confirma se o procedimento é indicado para o seu caso.
O tempo de afastamento varia de pessoa para pessoa e conforme o tipo de trabalho e atividade física envolvidos. De forma geral, os primeiros dias exigem mais cuidado, com liberação gradual das atividades — esse cronograma é individualizado na consulta de retorno.
Sim, um certo grau de vermelhidão e a sensação de que o alinhamento ainda não está “definitivo” são esperados nos primeiros dias e semanas, enquanto a cicatrização e o ajuste muscular se completam.
É uma técnica que permite fazer um ajuste fino do alinhamento dos olhos após a cirurgia, de acordo com a resposta de cada paciente, buscando um resultado mais preciso. A Dra. Júlia explica em detalhe como funciona no vídeo de dúvidas comuns desta trilha.
Isso depende do grau de comprometimento visual associado ao caso e é uma avaliação médica e, em muitos casos, também administrativa/jurídica — não existe uma regra única aplicável a todos os pacientes com estrabismo.
▶ Assista: playlist no YouTube
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Dra. Júlia Rossetto (CRM/RJ 52-0107322-2) é Doutora em Oftalmologia e Ciências Visuais pela UNIFESP, especialista em Estrabismo, Oftalmopediatria e Cirurgia Plástica Ocular e Palpebral, Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (2023–2025) e realizou fellowship em Estrabismo e Oftalmopediatria no Bascom Palmer Eye Institute (EUA). Atende na Clínica de Olhos Roisman, em Ipanema, Rio de Janeiro.
Rua Visconde de Pirajá, 156 – 8º Andar, Ipanema, Rio de Janeiro
(21) 99931-1949 (WhatsApp / teleconsulta)
www.clinicaroisman.com.br
@julia.rossetto_oftalmo
Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui uma consulta médica. Cada caso é único e deve ser avaliado pessoalmente pela Dra. Júlia Rossetto, que indicará a conduta mais adequada após exame oftalmológico completo.

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