A ptose palpebral no adulto pode ter diversas causas, o sinal é a pálpebra que fica mais caída, o olho que parece menor ou mais cansado e, às vezes, isso chega a atrapalhar o campo de visão. Entre as causas estão desde o próprio processo de envelhecimento até uso prolongado de lentes de contato ou alterações musculares específicas.
A Dra. Júlia Rossetto, especialista em Cirurgia Plástica Ocular e Palpebral pela UNIFESP, gravou uma trilha de vídeos que explica cada etapa da cirurgia de correção de ptose no adulto. Acompanhe abaixo, na ordem que faz mais sentido para quem está pesquisando o tratamento.
A consulta com a Dra. Júlia começa com uma conversa detalhada para saber como a ptose surgiu, quais incômodos ela causa, quais tratamentos já foram feitos e todas as questões de saúde que podem interferir no quadro ou no seu tratamento. No exame, é feita a avaliação oftalmológica completa, para afastar outras causas e fazer o cuidado integral do paciente e as medidas detalhadas da ptose e das funções palpebrais. Depois disso, a Dra. Júlia será capaz de indicar qual a técnica mais indicada para a correção da ptose em cada caso específico.
Neste vídeo, veja quais informações são levantadas na consulta de avaliação da ptose com a Dra. Júlia e os passos principais desse exame, essencial para definir se a cirurgia é indicada.
Depois da indicação cirúrgica, este vídeo mostra o passo a passo do que vem a seguir, até chegar ao dia do procedimento.
Este vídeo, traz orientações práticas de preparo pré-operatório, incluindo exames, jejum e cuidados nos dias que antecedem a cirurgia.
Como é a anestesia? Qual o tempo de procedimento? Eu tenho alta no mesmo dia? Este vídeo detalha o que esperar no dia da sua cirurgia de ptose.
Quanto tempo de afastamento do trabalho e de atividades físicas é necessário? O que é esperado sentir depois da cirurgia de ptose? Quais cuidados são necessários no pós-operatório? Este vídeo traz essas e muitas outras informações para que você tenha a melhor recuperação possível.
A duração varia conforme a técnica indicada e a complexidade do caso — de correções mais pontuais a procedimentos combinados com outras cirurgias palpebrais. O tempo exato é informado na consulta, após o planejamento cirúrgico.
O inchaço inicial faz parte da recuperação e tende a reduzir nas primeiras semanas, mas o resultado final — incluindo a simetria entre os dois olhos — costuma ser avaliado com mais precisão após alguns meses de cicatrização completa.
Como em qualquer cirurgia, existem riscos, que incluem assimetria residual, necessidade de ajuste posterior ou alterações temporárias na lubrificação do olho, entre outros. Eles são discutidos individualmente na consulta, junto com as medidas para reduzi-los.
Em graus muito leves, o acompanhamento sem cirurgia pode ser uma opção, mas quando a queda da pálpebra compromete a visão ou a estética de forma relevante, a correção cirúrgica costuma ser o tratamento mais efetivo. A avaliação individual é o que define o melhor caminho.
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Dra. Júlia Rossetto (CRM/RJ 52-0107322-2) é Doutora em Oftalmologia e Ciências Visuais pela UNIFESP, especialista em Estrabismo, Oftalmopediatria e Cirurgia Plástica Ocular e Palpebral, Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (2023–2025) e realizou fellowship em Estrabismo e Oftalmopediatria no Bascom Palmer Eye Institute (EUA). Atende na Clínica de Olhos Roisman, em Ipanema, Rio de Janeiro.
Rua Visconde de Pirajá, 156 – 8º Andar, Ipanema, Rio de Janeiro
(21) 99931-1949 (WhatsApp / teleconsulta)
www.clinicaroisman.com.br
@julia.rossetto_oftalmo
Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui uma consulta médica. Cada caso é único e deve ser avaliado pessoalmente pela Dra. Júlia Rossetto, que indicará a conduta mais adequada após exame oftalmológico completo.

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