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Cirurgia de Estrabismo em Crianças no Rio de Janeiro: o guia completo em vídeo

Escrito por Júlia Rossetto

Perceber que o olho do seu filho ou da sua filha “foge” para um lado, ou que os dois olhos não olham exatamente para o mesmo ponto, costuma gerar muitas dúvidas na família. Esse desalinhamento entre os olhos é chamado de estrabismo e é uma das condições mais comuns na oftalmopediatria.

A boa notícia é que o estrabismo infantil tem tratamento e a cirurgia — quando indicada — é um procedimento bem estabelecido e realizado rotineiramente. Para tirar as principais dúvidas de pais e responsáveis, a Dra. Júlia Rossetto, especialista em Estrabismo e Oftalmopediatria formada pela UNIFESP, gravou uma série de vídeos que acompanham cada etapa dessa jornada: da avaliação até a recuperação da criança. Reunimos todos eles aqui, em ordem, para que você entenda o começo, o meio e o fim do tratamento.

Vídeo 1/6 – Como é a consulta de avaliação do estrabismo

Tudo começa com uma consulta de avaliação. Nela, a Dra. Júlia conversa detalhadamente para entender a situação de cada paciente e faz um exame minucioso, sempre de maneira respeitosa e adequada para a idade da criança, desde os bebês, as crianças e jovens de todas as idades, inclusive aquelas com necessidades especiais. Ela examina o alinhamento dos olhos, mede o desvio e investiga se há outras alterações associadas, como a ambliopia (o chamado “olho preguiçoso”). Essa avaliação vale para qualquer tipo de estrabismo e qualquer idade e é ela que vai indicar se o caminho é o uso de óculos ou a cirurgia.

Vídeo 2/6 – Cirurgia de estrabismo: o que esperar depois da indicação

Depois que a cirurgia é indicada, é normal surgirem novas perguntas: como o procedimento funciona, quais exames são necessários antes, como é feito o planejamento. Este vídeo mostra o passo a passo dessa fase intermediária, entre a indicação e o dia da cirurgia propriamente dita.

Vídeo 3/6 – Como preparar seu filho ou filha para a cirurgia

A ansiedade antes da cirurgia costuma ser dos pais tanto quanto das crianças. Neste vídeo, a Dra. Júlia reúne um guia prático de preparo: o que conversar com a criança, quais cuidados tomar nos dias anteriores e como deixar esse momento mais tranquilo para toda a família.

Vídeo 4/6 – Como é o dia da cirurgia da criança

Como funciona a anestesia? A criança volta para casa no mesmo dia? Precisa dormir no hospital? Sai com os olhos tampados? Este vídeo detalha, passo a passo, a rotina do dia da cirurgia — da chegada ao hospital até a alta.

Vídeo 5/6 – Recuperação pós-operatória do estrabismo infantil

Depois da cirurgia, é natural querer saber quando a criança pode voltar à escola e às atividades físicas, o que ela pode sentir nos primeiros dias e a quais sinais os pais devem ficar atentos. Este vídeo traz o guia completo do pós-operatório.

Vídeo 6/6 – Perguntas frequentes sobre a cirurgia de estrabismo em crianças

Qual a melhor idade para operar o estrabismo infantil?

Não existe uma idade única válida para todos os casos: a melhor época depende do tipo de estrabismo, do risco de ambliopia e de como os olhos respondem ao tratamento inicial com óculos ou tampão. Em algumas situações, a avaliação e o acompanhamento precoce são o que definem o melhor momento para operar, por isso o diagnóstico cedo é tão importante.

Como fica o olho da criança depois da cirurgia?

É esperado que o olho fique vermelho e um pouco inchado nos primeiros dias, o que faz parte da cicatrização normal e tende a melhorar progressivamente. O alinhamento definitivo também pode levar algumas semanas para se estabilizar.

O estrabismo pode voltar depois da cirurgia?

Em alguns casos, pode haver a necessidade de um novo ajuste ao longo do tempo, principalmente em desvios mais complexos ou associados a outras condições. Por isso o acompanhamento no pós-operatório é parte do tratamento, e não apenas a cirurgia em si.

Existe cirurgia de estrabismo pelo SUS?

O SUS oferece o procedimento, embora o tempo de espera possa variar bastante conforme a região e a demanda. Na rede particular e em muitos convênios, o acesso ao tratamento costuma ser mais rápido, o que pode ser relevante em casos com risco de ambliopia, quando o tempo de espera importa para o desenvolvimento visual da criança.

▶ Assista: playlist no YouTube

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Dra. Júlia Rossetto (CRM/RJ 52-0107322-2) é Doutora em Oftalmologia e Ciências Visuais pela UNIFESP, especialista em Estrabismo, Oftalmopediatria e Cirurgia Plástica Ocular e Palpebral, Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (2023–2025) e realizou fellowship em Estrabismo e Oftalmopediatria no Bascom Palmer Eye Institute (EUA). Atende na Clínica de Olhos Roisman, em Ipanema, Rio de Janeiro.

📍 Rua Visconde de Pirajá, 156 – 8º Andar, Ipanema, Rio de Janeiro
📱 (21) 99931-1949  (WhatsApp / teleconsulta)
🌐 www.clinicaroisman.com.br
📷 @julia.rossetto_oftalmo

Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui uma consulta médica. Cada caso é único e deve ser avaliado pessoalmente pela Dra. Júlia Rossetto, que indicará a conduta mais adequada após exame oftalmológico completo.

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